Os Postos de Atendimento ao Empreendedor gerenciados pelo Sebrae-SP podem se transformar em modelos para o Sebrae de Pernambuco, onde este tipo de serviço está passando por uma reformulação. Sebastião Amorim, assessor da Diretoria Técnica, e Cristina Rabelo, analista de atendimento empresarial, ambos do Sebrae-PE, passaram dois dias na região, acompanhados pelo gerente da Expansão da Rede do Sebrae-SP, Paulo Tebaldi. Eles visitaram os PAEs de José Bonifácio e de Catanduva.
Sebastião Amorim disse estar muito impressionado com o nível de atendimento e de profissionalismo nos Postos. “É interessante não só a forma como eles são montados, a partir de parcerias bem feitas com a governança local. Mas também a forma padronizada e muito bem feita de atendimento ao empreendedor”, afirmou. Cristina Rabelo elogiou o sistema de gestão dos PAEs, feito por um comitê com participantes de todos os parceiros. “Isso faz com que eles se envolvam mais, se sintam responsáveis também, não deixando tudo nas mãos do Sebrae”, diz.
Atualmente, o Sebrae-PE tem cinco escritórios regionais e cinco postos de atendimento ao empreendedor. A proposta inicial da instituição é revisar o modelo atual dos postos de atendimento e, em seguida, expandí-lo como forma de atendimento ao empreendedor. A sugestão da visita técnica aos PAEs partiu do gerente de expansão de rede do Sebrae-SP, Paulo Tebaldi. “Achamos que o destaque aqui é a uniformidade das ações em todos os PAEs, independentemente do tamanho da cidade onde eles estão instalados”, explicou. “Os colegas de Pernambuco puderam ver exemplos diferentes, de cidades menores e médias. Em todos os postos sabemos que existe a mesma linha de trabalho, que as normas do relacionamento com parceiros e empreendedores foram seguidas à risca”, conta.
Além de Catanduva e José Bonifácio, o Escritório Regional do Sebrae-SP em São José do Rio Preto mantém PAEs em Mirassol, Monte Aprazível, Novo Horizonte, Olímpia, Palmares Paulista, Tanabi e Urupês. “Nós temos conseguido padronizar a forma de trabalhar com os parceiros e a comunidade empreendedora, respeitando as características de cada microregião”, disse Arthur Achoa, gerente do Sebrae-SP em São José do Rio Preto. “Isso se deve não somente ao fato de trabalharmos sempre dentro da metodologia determinada, mas também pelo envolvimento de governanças, parceiros e profissionais”, finalizou.
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